Hoje tive coragem
Há muito tempo venho protelando a oportunidade de exteriorizar meus sentimentos com relação a tudo o que acontece e que tenho precebido ao meu redor. Minha rotina certamente tem sido a grande vilã por esse desencorajamento inexplicável, já que do alto dos meus 25 anos deveria ser mais participativo e compartilhar minhas idéias com outras pessoas, seja lá como for.
Bem, eu poderia falar de inúmeras coisas que me passam pela cabeça, tão cheia de idéias, pensamentos, julgamentos, sedenta por colocar pra fora tudo o que penso sem que seja forçado a calar-me por força maior ou por medo de algum tipo de sentimento repressivo. A verdade é que temos que começar... e que tal começar pelo luga-comum: "Ame ao próximo como a ti mesmo!"... difícil não?!?! Eu também acho, são poucas as pessoas pelas quais daria a minha vida.
Vamos começar então falando o que sinto sobre a vida: "Ela está passando, passando sem que eu possa sentir o verdadeiro gosto de vive-la. Não que eu não goste do que tenho, pois tenho uma esposa maravilhosa e dois filhos que são as pérolas da minha existência, mas porque ao menor piscar de olhos eles estão crescendo, sem me dar tempo de saber se estou falhando como pai, ou mesmo me dando uma chance de reparar meus erros como marido, como filho, como irmão. A verdade é que o tempo está passando e começo a sentir gosto melacólico de observar fotos e pensar em quanto eu fui feliz... é verdade, só me dou conta do quanto fui feliz 'naquele momento' quanto o recordo por fotos...
Acho que já posso até dar um bom conselho aqui, o de viver cada minuto, cada segundo da sua vida como se fosse o último, porque realmente ele é único. O movimento do pêndulo é de vai e vai, e vai, e vai... ele não volta, porque o tempo não volta. Isso é bom porque de outra forma as decisões seriam tomadas de qualquer jeito, e já pensou que coisa chata se ao chegar no final da vida pudessemos, com um toque de mágia retornar à infância com um relatório das nossas decisões e tentar a segunda opção pra tudo. Não teria valor.
Bem, acho que esse foi um bom começo.
Bem, eu poderia falar de inúmeras coisas que me passam pela cabeça, tão cheia de idéias, pensamentos, julgamentos, sedenta por colocar pra fora tudo o que penso sem que seja forçado a calar-me por força maior ou por medo de algum tipo de sentimento repressivo. A verdade é que temos que começar... e que tal começar pelo luga-comum: "Ame ao próximo como a ti mesmo!"... difícil não?!?! Eu também acho, são poucas as pessoas pelas quais daria a minha vida.
Vamos começar então falando o que sinto sobre a vida: "Ela está passando, passando sem que eu possa sentir o verdadeiro gosto de vive-la. Não que eu não goste do que tenho, pois tenho uma esposa maravilhosa e dois filhos que são as pérolas da minha existência, mas porque ao menor piscar de olhos eles estão crescendo, sem me dar tempo de saber se estou falhando como pai, ou mesmo me dando uma chance de reparar meus erros como marido, como filho, como irmão. A verdade é que o tempo está passando e começo a sentir gosto melacólico de observar fotos e pensar em quanto eu fui feliz... é verdade, só me dou conta do quanto fui feliz 'naquele momento' quanto o recordo por fotos...
Acho que já posso até dar um bom conselho aqui, o de viver cada minuto, cada segundo da sua vida como se fosse o último, porque realmente ele é único. O movimento do pêndulo é de vai e vai, e vai, e vai... ele não volta, porque o tempo não volta. Isso é bom porque de outra forma as decisões seriam tomadas de qualquer jeito, e já pensou que coisa chata se ao chegar no final da vida pudessemos, com um toque de mágia retornar à infância com um relatório das nossas decisões e tentar a segunda opção pra tudo. Não teria valor.
Bem, acho que esse foi um bom começo.
